14 de Setembro – dia de luta!

Paralisação e Dia Nacional de Luta em defesa dos serviços públicos

Não à ContraReforma da Previdência!

 

Uma classe inerte e disponível para todo o tipo de capitulação passiva diante de qualquer poder social, econômico ou midiático: era assim que o sociólogo Florestan Fernandes descrevia os docentes de universidades públicas no Brasil dos anos 1960. A paralisação em 14 de setembro, Dia Nacional de Luta em defesa dos serviços públicos e um NÃO à ContraReforma da Previdência, coloca-nos, outra vez, diante da tarefa de confirmar essa triste figura ou então de transformá-la, pouco que seja, numa imagem mais condizente com nossa tarefa histórica.

O governo ilegítimo do Brasil intensifica sua nefasta política de alinhamento face à acumulação rentista  internacional. Isso significa intensificação da exploração de todos os recursos humanos e naturais, culturais e científicos, em prol do lucro de corporações cada vez mais concentradas. Qualquer poder concentrado é uma ameaça à sociedade e à vida.
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[CONVITE] Grande ato nacional contra a Reforma da Previdência

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Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo convocam ato nacional em 15/03 contra o desmonte da previdência

Somente uma manifestação massiva de protesto pode expressar a enorme rejeição popular à absurda reforma da previdência do governo golpista e autoritário de Michel Temer. Somente a mobilização da sociedade civil, em torno da defesa de direitos sociais básicos para todos, pode salvaguardar as conquistas civilizatórias que obtivemos no Brasil, no último período democrático. Reformar para excluir? Vamos juntos dizer NÃO! Continuar lendo

Luta e esperança!

A greve deflagrada pelos docentes da UFC e da UFCA, em assembleia no dia 18/11, foi um resultado importante da mobilização da categoria, em luta contra medidas que pioram as condições de vida e de trabalho da quase totalidade da sociedade brasileira. Tais medidas, encampadas pelos três poderes da república e amplamente rejeitadas pela sociedade, constituem a prova cabal da falência de nosso sistema representativo e de nossos sistemas de poder, todos em flagrante descompasso com os anseios sociais e coletivos. Continuar lendo

De lutas e esperanças

Temos vivido, nos últimos meses, rápidos e sucessivos ataques aos direitos conquistados ao longo do século XX. À proporção que tomamos conhecimento do teor das medidas do governo ilegítimo, acolhidas vergonhosamente pelo Congresso Nacional e o STF, nos convencemos da necessidade de intervirmos — de maneira coletiva e organizada — em decisões que afetarão nossas vidas por 20 anos. A Assembleia Geral do dia 11/10 aprovou o plebiscito sobre greve com um grande sentimento de urgência, deliberando também pela realização de reuniões setoriais nos vários campi, antes da votação.

A Diretoria da ADUFC não encaminhou as reuniões setoriais com os docentes, assim como também não se pronunciou sobre o ataque do STF ao nosso direito de greve, a poucos dias do plebiscito. Preparou a votação em completo silêncio e a realizou em meio a denúncias de irregularidades. Na assembleia de homologação (04/11), levou uma boa parte dos colegas a pensar que a não homologação do plebiscito significaria automaticamente deflagração da greve. Continuar lendo

Sim ao direito de greve!

Colegas professores,

Estamos chegando ao momento de um plebiscito sobre greve, a maioria de nós dividida entre a revolta e a apreensão. Revolta pelas medidas de retrocesso em toda a linha, que pretendem perpetuar a condição de desigualdade social e violência que tem sido a história de nosso país; apreensão pela dúvida sobre o momento ou a efetividade da greve contra um governo ilegítimo, agravada pela decisão do STF de recomendar o corte de salários de servidores públicos em greve. Faz parte da complexidade da situação que os mesmos motivos de apreensão acrescentem-se aos motivos de revolta. Continuar lendo