Juntos, pelo presente, pelo futuro, contra a reforma da previdência!

05/12 A partir das 8h
Manifestação na Av. da Universidade
com 13 de Maio

 

Neste dia 05 de dezembro, estamos em luta para barrar a contrarreforma da previdência do governo golpista de Michel Temer. Frentes populares, centrais sindicais, sindicatos, movimentos sociais, coletivos, no país inteiro, estamos na rua em atos e manifestações para mostrar que a sociedade brasileira é contra esta reforma e contra o projeto maior que ela compõe.

Esse projeto, forjado dentro dos grandes bancos e corporações, impõe a contrarreforma trabalhista, a precarização do trabalho, a redução drástica do orçamento dos serviços públicos, além de outras medidas que desconsideram inteiramente as necessidades dos seres humanos, das sociedades e do meio ambiente. O mundo neoliberal promete ser mais eficiente financeiramente e mais inovador tecnologicamente, mas nele as pessoas serão mais pobres, trabalharão mais e em piores condições, estarão cercadas de violência e viverão menos tempo. Um exemplo concreto disso é que o aconteceu na Inglaterra neoliberal, em que os nascidos na era Thatcher (1979-1990) foram reduzidos à metade da riqueza da geração de seus pais.

A contrarreforma da previdência é parte desse projeto. O documento da ANFIP – Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil, intitulado Reformar para excluir, mostra claramente que não existe rombo da previdência e que o objetivo da contrarreforma é desmontar a previdência social no Brasil. Aqui também se trata de negar direitos e condenar largos setores da sociedade, os tradicionalmente oprimidos, à miséria e ao desamparo. Para fazer passar esse absurdo, que prejudica a todos, o governo aposta na propaganda enganosa tentando jogar os trabalhadores da iniciativa privada contra os servidores públicos. A ANFIP chegou a obter liminar que suspendia a veiculação da propaganda viciosa, mas esta lamentavelmente foi liberada pelo Tribunal Regional Federal.

O Banco Mundial acabou de dar mais munição ao governo para seus ataques aos direitos sociais. Em relatório recente, fartamente divulgado na grande mídia, trouxe de volta a dicção anti-serviço público dos anos 1990. Entre outras coisas, recomendou que as universidades públicas cobrassem mensalidades, a serem financiadas pelos bancos, como forma de reduzir a desigualdade social. A tese é esdrúxula, mas como as medidas neste país estão sendo impostas pela força dos interesses econômicos e não por sua razoabilidade, temos de estar fortes para confrontá-las. Outra ameaça próxima é a contrarreforma salarial no serviço público, que consiste basicamente em cortar salários, começando por uma redução drástica das remunerações dos futuros servidores.

Por tudo isso, precisamos urgentemente fortalecer nossa capacidade de organização, mobilização e luta. Foi assim que, historicamente, os trabalhadores conquistaram direitos. Agora, depende da radicalidade de nossa luta a força de mantê-los e defendê-los para as próximas gerações.

Conclamamos com muito vigor os colegas professores a participarem da manifestação na Av. da Universidade com a 13 de Maio! Vamos lutar por uma sociedade mais justa e solidária, em defesa dos direitos sociais, dos serviços públicos e da universidade pública e gratuita! Muitos lutaram antes de nós. Agora é nossa vez!

Contra a Reforma da Previdência!
Pela revogação da Reforma Trabalhista!
Em defesa da Universidade Pública e Gratuita!
Fora Temer!

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